Deputado Josimar de Maranhãozinho chama Jefferson Portela de prepotente e diz que foi perseguido pela SSP

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O deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PR) chamou o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, de prepotente em nota divulgada após vir à tona a segunda “carta-bomba” escrita pelo delegado Ney Anderson, ex-chefe do Departamento de Combate ao Crime Organizado, órgão ligado à Seic, onde diz que o parlamentar foi alvo de investigação da SSP.

Em sua defesa, Maranhãozinho acusou Portela de não medir consequências quando o objetivo “é atingir seus desafetos políticos” e criticou a operação Jenga, na qual classificou como “suspeita”, devido ao tom político apresentado em questão( REVEJA AQUI).

O deputado revelou, ainda, que ele e integrantes do PR sempre sofreram perseguições políticas por parte da Secretaria de Segurança Pública e detalhou ações policiais suspeitas e abusivas durante as eleições municipais de 2016 a candidatos nos quais estava apoiando.

“Todas as ações orquestradas pela Secretaria de Segurança do Estado não resultaram em nenhuma prova que desabonasse a conduta dos candidatos e do deputado federal Josimar Maranhãozinho, que vem sendo perseguido já por um bom tempo. O parlamentar enfatiza que é da base aliada do governo, mas o que garante a sua tranquilidade é sua conduta idônea e coerente junto a justiça e ao povo maranhense”, disse Josimar.

Entenda o caso

O ex-chefe do DCCO, Ney Anderson Gaspar, divulgou duas cartas contendo “nitroglicerina pura”, que foram publicadas com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira, onde ele revela pedidos de Jefferson Portela para investigar desembargadores do Tribunal de Justiça e o deputado Josimar de Maranhãozinho.

Além disso, Portela teria mandado espionar familiares de magistrados e blindar o superintendente de Articulação da Baixada, Penaldon Jorge, no inquérito policial da Operação Jenga – que investigava crimes de agiotagem e tinha como alvos empresários e políticos.

O titular da SSP também barrou o pedido de reabertura do caso Décio Sá e desejava prender o ex-deputado Alberto Franco.

Ao ver seu nome em meio às denúncias, o auxiliar de Flávio Dino resolveu se manifestar em entrevista concedida ao Blog Neto Ferreira. Na conversa, ele rebateu todas as acusações e classificou as cartas como mentirosas e criminosas.

O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, José Joaquim Figueiredo, pediu rigor nas investigações das denúncias que, a princípio vieram à tona durante o depoimento do ex-delegado Tiago Bardal à 2 ª Vara Criminal de São Luís e, em seguida, reforçadas por Gaspar.

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão também requer uma apuração das acusações rigorosas.

VIA NETO FERREIRA

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