Considerada nas Eleições de 2016 como rainha das “Fake News”, Aline Lacerda volta apostar em instituto de pesquisa sem credibilidade no Maranhão

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Amapá do Maranhão começou a dá o grito de liberdade e Nelene Gomes, fica cada vez mais forte. Esse crescimento constante tem deixado o Grupo Aline Lacerda, e sua turma de desesperados a ponto de encomendarem uma pesquisa e maquiá-la do jeito deles, ou seja, sem um pingo de verdade e escrita com a caneta da mentira.

Essa pesquisa FAKE foi anunciada ao som de fogos de artificio. Ela circulou em toda na região e as pessoas acharam graça por considerarem a piada do ano. Em todo o Alto Turi ninguém acreditou na tal pesquisa que serviu apenas para iludir o grupo de Aline Lacerda.

Nos grupos de WhatsApp a pesquisa virou chacota e tema de memes e comentários hilariantes do tipo: “A pesquisa do Grupo Lacerda com a empresa IMAP de São Luís é igual alguns medicamentos que vendem na farmácia. Tem registro na ANVISA, mas são manipulados”.

Nos próximos dias mais pessoas ligadas ao Grupo da Aline Lacerda devem aderir ao grupo de Nelene Gomes. O barco está furado e todo mundo pulando. O futuro vai dizer…

Não é a primeira vez que a pré-candidata faz esse tipo de publicação em rede sociais, como outras irregularidades que a pré-candidata vem fazendo.

Os responsáveis pela divulgação de pesquisa sem o prévio registro na Justiça Eleitoral estão sujeitos aplicação de multa no valor de R$ 53.205,00 a R$ 106.410,00 (Lei nº 9.504/1997, arts. 33, § 3º, e 105, § 2º). A divulgação de pesquisa fraudulenta (falsa) constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa.

A Resolução TSE 23.600/2019  é a norma que regulamenta a matéria.