O Maranhão é vermelho e disse NÃO para Jair Bolsonaro

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O povo maranhense avermelhou mais ainda no segundo turno da eleição, a exemplo de alguns outros estados dos mais atrasados do Nordeste brasileiro. Alargou a vantagem vermelha de 61% para 73,26% na votação de ontem.
Considerado um dos estados com os piores índices de analfabetismo, zero a esquerda em saúde e segurança, território que abriga as cidades com os mais baixos IDHs do país, e um dos maiores usuários do Bolsa Família, o Maranhão atendeu aos apelos dos seus dois maiores ídolos: Lula e Flávio Dino.
O presidiário Lula da Silva pediu aos maranhenses para votar em seu poste, Fernando Haddad. Ampla maioria dos maranhenses atendeu o pedido, abraçando a camisa vermelha do PT e rasgando a bandeira verde e amarelo do Brasil.
O governador visitou algumas cidades e, do alto da sua vitória no primeiro turno, ordenou o voto no vermelho Haddad agora na segunda votação.
E os maranhenses vassalos, até com medo de perder o Bolsa Família, votaram em massa no candidato do PT. Foram 2.428.913 votos contra apenas 886.565 para o presidente eleito. A maior votação obtida até agora.
Para mostrar a repulsa da ampla maioria dos maranhenses ao candidato vitorioso, cidades deram até mais de 90% para os vermelhos clamando pelo retorno da República da Corrupção, dos enlameados, a volta das ratazanas que levaram o pais ao fundo do poço.
Em um momento de crise que atravessa o Brasil, no momento em que corremos sérios riscos de atraso de salários dos mais de 100 mil servidores públicos, no momento em que o nosso estado vive atolado em dívidas, os maranhenses preferiram o atraso e fechar as portas para um novo governo.

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